Artigos Lean Construction – SIBRAGEC / ENEGEP

8 março, 2010

O SIBRAGEC  – Simpósio Brasileiro de Gestão e Economia da Construção, é o principal evento acadêmico nacional na sua área de conhecimento e tem por finalidade trazer as pesquisas e trabalh0s que estão sendo desenvolvidos nas áreas de Gestão e Economia da Construção.

O ENEGEP – Encontro Nacional de Engenharia de Produção, organizado pela ABREPRO (Associação Brasileira de Engenharia de Produção) reúne a comunidade acadêmica, pesquisadores, professores e estudantes, empresários, consultores, engenheiros, administradores e demais profissionais atuantes na Engenharia de Produção. Constitui-se em um dos principais divulgadores da produção técnica e científica da área e se consolidou como fórum de discussão de questões pertinentes à Engenharia de Produção no âmbito nacional. Além de promover a integração/intercâmbio do conhecimento acadêmico com o setor produtivo.

Os eventos tem se caracterizado como um dos principais fóruns de discussão de questões pertinentes à Gestão e Economia da Construção e de integração e intercâmbio do conhecimento acadêmico com o setor produtivo.

Abaixo, disponibilizo dois ótimos trabalhos onde estudam a Lean Construction como ferramenta de ganho de produtividade e redução de custos.

Artigo 1 – SIBRAGEC 2009 : Implementação do Conceito de Célula Móvel de Produção No Ambiente da Construção Civil

Autores do Artigo:

- LIMA, Adalberto da Cruz – UFPA – aclima@ufpa.br

- UGULINO, Janilton Maciel – UFPA – janilton@ufpa.br

Artigo 2 – ENEGEP 2008: Implementação do Pensamento Enxuto através do projeto do sistema de produção : estudo de caso na Construção Civil

Autores do Artigo:

- MOTA, Bruno Pontes – UFCE – brunopmota@yahoo.com.br

- ALVEZ, Thaís da C. L. – UFCE – thaiscla@yahoo.com


Artigo – Otimização de Planilha Orçamentária utilizando Lean Construction

20 outubro, 2009

Autores do Artigo:

- BAZANELLI, Ana Cristina Danelon Rigo – UNICAMP – tibaza@hotmail.com

- DEMARZO, Mauro Augusto – UNICAMP – demarzo@fec.unicamp.br

- CONTE, Antônio Sérgio Itri – Lean Construction Institute – asiconte@uol.com.br

Sibragec

Resumo: O sistema orçamentário tem sofrido pouca evolução nas últimas décadas, enquanto que os sistemas de planejamento e o controle dos processos construtivos vêm constantemente sendo reformulados, através da aplicação de novas abordagens dadas à execução das atividades. A aplicação do Pensamento Enxuto na construção civil com a filosofia Lean Construction, vem sendo um importante instrumento nesta evolução. Neste trabalho pesquisou-se o planejamento estratégico proposto para a mão de obra em uma etapa de edificação gerenciada por empresa comprometida na implementação dos princípios da Lean Construction. Foram verificadas as possibilidades de redução do custo da mão de obra em função da otimização da alocação da equipe de trabalho, conseguida através de projetos de produção baseados nos princípios desta filosofia. Conferiu-se que ritmo de produção e logística tornam-se tão importantes quanto a produtividade padrão adotada nas composições de preço unitário, originada no modelo tradicional de formação de preço na construção. Uma estrutura de planilha orçamentária foi proposta, considerando o plano de ataque estabelecido, gerando um orçamento mais transparente, adequando os custos à realidade planejada, facilitando as programações, contratações e negociações.

Para fazer o download do artigo clique aqui:


Tradução Artigo: My World is a Square, so is my Critical Path

12 julho, 2009

Dando sequência aos posts comemorativos dos 50 anos do método PERT/CPM, segue abaixo uma traduação livre do excelente artigo do Peter Mello sobre algumas reflexões envolvendo o caminho crítico. Este artigo foi publicado na revista PM World Today – Maio 2009 (Volume XI, Edição V).

O arquivo original (em inglês) encontra-se no fim deste post para download.

pmworld_today

Artigo: My World is a square, so is my Critical Path

por:  Peter Berndt de Souza Mello – peter.mello@x25.com.br

Eu não consigo entender a audácia daqueles que consideram o caminho crítico como sendo uma palavra registrada.

Já é hora de nós “viajarmos”. Me dêem uma folga, pelo amor de deus.

Todos nós conhecemos a importância do método do caminho crítico. Mas isto não da a ninguém o direito de dizer que somente se você encontrar o a seqüência de atividades com folga zero você terá o caminho crítico do projeto!

Meu projeto tem o caminho crítico no momento em que eu penso nele pela primeira vez! Pelo estabelecimento da minha data desejada de inicio e minha data desejada de término, eu já tenho o caminho crítico. Eu simplesmente não sei ainda onde ele está.

Infelizmente buscando pela Internet por uma definição de caminho crítico, vou encontrar nove em dez referências começando assim: “Caminho Crítico é aquela seqüência de atividades com folga zero ou sem folga.” Isso é tudo? Isto sempre será verdadeiro ?

Estou cansado dos experts em CPM que dizem que se um projeto tem folga no seu caminho crítico, então você esta olhando para a seqüência errada de atividades no projeto. É uma verdade divina que tal caminho pode existir somente se não tivermos folgas?

Primeiro de tudo, deixe-me relembrar uma pequena história, quando James E Kelly outros na DUPONT desenvolveram tal método, o objetivo era “estabelecer a mais longa seqüência de atividades necessárias para estabelecer a menor duração para se concluir o projeto” Não existe conceito de folga neste objetivo e não existem questões em como alcançar tal resultado. Encontrar atividades com folga zero é de fato um subproduto do método. Esta é a forma que alguns encontram parte da resposta para a verdadeira questão.

Certamente o CPM pode funcionar em muitos cenários, especialmente com uma falta de complexidade das condições da vida real além de dependências nas tarefas. Eu estou certo de que o CPM é muito melhor que nada, mas este método também não é nem próximo do melhor.

E por favor, não pense que estou escrevendo tudo isto para dizer que o CCPM, SDPM, RCS ou RCP devem ser melhores. Eu não vou explicar estes conceitos, métodos, acrônimos ou seus resultados. Este texto não é sobre encontrar a solução perfeita para o descobrimento do verdadeiro caminho crítico. É sobre restaurar o significado do caminho crítico: Deve ser qualquer seqüência de tarefas que você deve prestar atenção para preservar os objetivos do planejamento de tempo, custo e escopo (acompanhado dos outros objetivos do projeto).

O método do caminho crítico deve ajuda-lo a localizar as atividades críticas. Raramente ele irá encontrar todas elas, mas ira ajudá-lo a identificar as mais importantes das importantes. Estas atividades críticas não contêm folgas, e eu sei que qualquer atraso ocorrido nestas atividades deve atrasar o projeto. Mas elas devem ser críticas por que consomem uma grande quantidade de dinheiro ou tomam os recursos mais qualificados ou talvez sejam mais arriscadas que outras atividades. Se eu puder utilizar o CPM para matematicamente encontrar muitas atividades que estão no caminho crítico, ótimo; se eu puder utilizar o método RCP para matematicamente encontrar melhores soluções para minhas questões, maravilhoso. Se nada funcionar eu ainda necessito ser capaz de descobrir quais são as atividades críticas e qual será meu caminho crítico.

Sem copyrights! Sem brigas extremistas para defender qualquer método! Vamos comprender que o mundo é redondo e que entende que cada projeto terá um ou mais caminhos críticos que cuidar, com ou sem folgas.

Uma vez que entendamos este conceito, ai podemos provacar os os matemáticos e fornecedores para finalmente encontrar-nos as respostas. Meu caminho crítico tem algumas folgas, e o de vocês ?

Peter Mello

Peter Mello, PMI-SP, PMP, SpS

Autor

Nota do autor:  Se você leu ese artigo até o fim, eu ficaria grato pelo seu feedback (peter.mello@x25.com.br).

- Para ler a reportagem completa em inglês:


Refletindo sobre buffers e sistemas de produção

11 junho, 2009

Jhon ShookAutor: Jhon Shook / Lean Institute Brasil

Essa semana vou continuar minha indulgência em explorar a publicação As origens do Lean (The Birth Of Lean) analisando outro capítulo que alguns leitores podem tender a negligenciar. Em vez de fazer citações do livro – favor ler por conta própria! – vou compartilhar algumas observações pessoais.

Kaneyoshi Kusunoki era um participante chave no estabelecimento inicial das operações de produção da Toyota na América do Norte na década de 1980. Ele foi o primeiro presidente das instalações de produção da Toyota tanto no Kentucky quanto em Ontário (um fato comumente despercebido). Kusunoki era um presidente não residente, portanto, as operações cotidianas eram deixadas para os vice-presidentes executivos Fujio Cho em Kentucky e Aki Iwabuchi em Ontário.

Entretanto, ninguém que trabalhou em alguma dessas instalações ou na NUMMI, onde ele também tomou decisões críticas sobre o sistema de produção, jamais irá se esquecer das visitas de Kusunoki. Mais do que visitas gemba ou outra coisa, uma avaliação pendente do Sr. Kusunoki iria deixar os gerentes e treinadores japoneses em total alerta – eles sabiam que sua revisão sempre fora a mais dura de todos os executivos da matriz da Toyota.

O Sr. Kusunoki atualmente tem 95 anos. Tive a sorte de conhecê-lo relativamente bem ao longo dos anos e ainda visitei-o no seu escritório no decorrer da década de 1990. Cada visita seguia a mesma rotina. Eu lhe fazia uma pergunta ou duas e ele me cativava totalmente com histórias do passado, quando a empresa estava crescendo após a guerra. Então ele iria devolver a pergunta. Não importava qual tópico poderia estar sendo discutido, ele salientava como o raciocínio original e melhor geralmente vinha da América. Então ele fazia a pergunta, “Então como pode você nunca ter entendido isso direito?” Eu nunca tinha uma resposta que me satisfizesse, muito menos ele.

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Por que poucas empresas praticam Lean Construction ?

26 maio, 2009

por: Msc Bruno Soares de Carvalhohttp://engenhariacivilpcp.blogspot.com

Creio que a melhor resposta para esta pergunta é porque Lean Construction “dá trabalho“!!!

As construtoras estão habituadas a realizar suas tarefas através de sistemas construtivos tradicionais que são de fácil aceitação no mercado o que facilita a vida do construtor. Porém vale lembrar que a grande maioria dos canteiros de obra do Brasil ainda estão abarrotados de desperdício por todos os lados jogados nas caçambas, nas horas perdidas por tarefas desnecessárias, no planejamento mal formulado e tudo isso é responsabilidade do engenheiro da obra.

A lean construction nasce de uma proposta que tenta eliminar o desperdicío na cadeia da construção e maximizar a produtividade consequentemente aumentando o lucro e o poder competitivo da construtora para poder gerar maior valor para seu cliente.

Obviamente esta atividade demanda muito trabalho e um longo prazo de adaptação (entre 4 e 5 anos) por parte de todos os envolvidos com a empresa. Este prazo assusta os possíveis usuários, mas como estamos falando de uma mudança radical na forma de produzir obras não é possível aplicar todas as ferramentas gerenciais em um curto prazo, pois o processo de assimilação é normalmente lento. Por isso deve ser inserido na construtora pouco a pouco a filosofia lean.

Em relação a lucratividade ainda não é possível aferir pela academia quanto “a mais” a construtora que pratica lean construction lucra em relação a construtora tradicional. Mas o que eu posso garantir é que os clientes daquelas empresas que praticam lean são mais satisfeitos do que aqueles que não o praticam, chegando algumas empresas a 92% de satisfação do cliente. enquanto a construtora tradicional alcança médias próximas a 80%.

Partindo da máxima de que manter os clientes é sempre mais barato do que adquirir novos clientes, apenas estes números já fornecem argumentos suficientes para iniciar neste processo da lean construction. Pois o cliente satisfeito é sinal de novos contratos.

Um abraço a todos

Msc. Bruno Soares de Carvalho

Msc Bruno Soares de Carvalhohttp://engenhariacivilpcp.blogspot.com

Engenheiro Civil – Mestre em Construção Civil com enfâse em Gerenciamento, planejamento e controle da produção.

email: bruno@aiza.com.br

Link para dissertação de mestrado: Clique Aqui


Last Planner – Case de Implantação em Portugal

13 outubro, 2008

Autor: Nelson Luís Sampaio Peneirol – Universidade Técnica de Lisboa

Resumo: A indústria da construção de todo o mundo tem sido desafiada com a pressão de custos altos, com a redução dos ciclos de projecto e com a competitividade crescente. Os projectos de construção estão a ficar cada vez mais dinâmicos, através da maior complexidade, incerteza e produção mais rápida. A revolução do pensamento lean, que nasceu no Toyota Production System, espalhou-se por diversas indústrias além das de manufactura. Os seus excelentes resultados também se tornaram atractivos para os pensadores e investigadores da construção. A Lean Construction seguiu um caminho próprio nos últimos 15 anos e está a emergir como o novo paradigma de gestão de projectos de construção. Um número crescente de empresas está a implementar as práticas da Lean Construction de forma a melhorar o desempenho de dos projectos de construção. A técnica mais popular e com maiores sucessos é o Last Planner System. Em Portugal o sector da construção começa a ficar interessado nas oportunidades que a mudança lean parece oferecer. Desta forma, este trabalho procura investigar a possibilidade de introduzir a Lean Construction e as ferramentas do Last Planner num estaleiro de obras Português. Reporta-se a experiência e as lições aprendidas durante a implementação deste sistema inovador de planeamento e controlo da produção em obra. São estabelecidas e efectuadas medições de desempenho, nomeadamente a Percentagem de Plano Concluído (PPC), e analisadas as causas de não-conclusão das actividades planeadas. São apontadas as oportunidades de melhoria e perspectivas de futuros desenvolvimentos, comparando os resultados obtidos com literatura já publicada.

Para fazer o download da dissertação clique aqui:


Artigo: Teoria das Restrições Aplicada a Gestão de Projetos

23 setembro, 2008
Dr. Eliyahu Goldratt

Dr. Eliyahu Goldratt

Venho recebendo muitos pedidos de temas e um um tema que sempre se faz presente é o da Teoria das Restrições, criado pelo físico israelense Eliyahu Goldratt.

Segue abaixo um artigo muito bem escrito sorbre uma introdução a Teoria das Restrições (TOC – Theory of Constraints) aplicada a Gestão de Projetos – Uma Introduções sobre a Corrente Crítica.

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Autores do Artigo:

Osvaldo Quelhas (quelhas@civil.uff.br) – UFF

André Barcaui (barcaui@uol.com.br) – UFF

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Introdução:

Este artigo procura examinar e sintetizar o que pode ser considerado um dos maiores avanços e inovações na área de gerência de projetos dos últimos 30 anos: a chamada Corrente Crítica. Desde sua origem na Teoria das Restrições, essa metodologia tem despertado o interesse de diversos pesquisadores da área e gerentes de projeto que buscam novas opções para a forma com que gerenciam seus projetos tradicionalmente. A razão por trás desta busca é analisada no texto, bem como a alternativa proposta através da Corrente Crítica. Toda a metodologia é revisitada desde suas raízes. Sua aplicação em projetos isolados, a técnica de construção da corrente, o planejamento de projetos em ambientes multi-projeto, e também a forma proposta de gerenciamento e controle através de pulmões adotada pela metodologia.

Para fazer o download do artigo clique aqui:


Celulas de Produção – O modelo Volvo de Produção Industrial

19 setembro, 2008
Fabrica Volvo - Udevalla / Sucécia

Fábrica da Volvo - Uddevalla / Suécia

A fábrica da Volvo em Uddevalla foi colocada em funcionamento no ano de 1989. Sua implantação foi precedida de um amplo debate e estudos conjuntos entre o Grupo Volvo, Governo da Suécia e setores organizados da sociedade, com participação especial dos sindicatos. O sistema que resultou desse processo dava maior importância ao ser humano do que os outros sistemas desenvolvidos durante o século XX, como os de Ford e Toyota. Uddevalla funcionou dentro do procedimento originalmente concebido até 1992, quando foi fechada, porém contribuiu com alguns princípios que continuam servindo de modelo para as industrias contemporâneas.

Abaixo segue alguns artigos que discutem o modelo volvo de produção (células de produção).

ROBERTO BONDARIK & LUIZ ALBERTO PILATTI - Implantação da Fábrica em Uddevalla: O Modelo Volvo de Produção Industrial. UTFPR

- Demais textos em inglês sobre o assuntos:

CRISTIAN BERGGRENVolvo Uddevalla – A Dead Horse or a Car Dealer’s Dream. An Evaluation of the Economic Performance of Volvo’s Unique Assembly Plant 1982 – 1992.Royal Institute of Thechnology – Stockholm, 1993.
ANTONIO BRANDÃO MONIZ & THIAGO MACHADO – New models of production in automotive industry: some questions. MRPA, 2007

Artigo: Modelagem de um Sistema de PCP para Construção Pesada

17 setembro, 2008

Autores do Artigo:

ANTÔNIO SÉRGIO DE SOUZA (antonio@dep.ufmg.br) – UFMG

FERNANDA DE FARIA ABREU (fernandabreubh@hotmail.com) – UFMG

Resumo:

The way that points this essay is the life cycle of the project, and certainly is one of main features of the enterprise. Considering then, the project as an enterprise that must be detailed when developed, showing very interesting dimension of life cycle stages. The leading of the enterprise clearly and precisely expressed by the life of cycle permits to crystallize the roll of the management system on planning way, in order to permit in each stage conditions to provide the necessity of the system. Therefore, it must have the capacity and flexibility, that permit the evolution through the time. We also give emphases to the uncertain aspect, that is inherent in projects, that takes particular conceptions in the function of managing projects.

- Para ler o artigo completo em português faça o download:


Artigo: Análise Estratégica da Implementação da Filosofia Lean em Empresas Construtoras

10 setembro, 2008

Autores do Artigo:

JOSÉ DE PAULA BARROS NETO ( jpbarros@ufc.br ) – UFC
THAÍS DA COSTA LAGO ALVES ( thaiscla@ufc.br ) – UFC

Resumo:

Este artigo apresenta estudos exploratórios realizados em três construtoras da cidade de Fortaleza/CE, baseia-se em levantamentos de campo e entrevistas semi-estruturadas realizadas com os dirigentes das empresas participantes da pesquisa e especialistas da área de Lean Production/Construction. Pretende-se, com este artigo, responder a alguns questionamentos, sobre qual é a relação entre a estratégia das empresas e adoção da filosofia Lean. A compreensão dos aspectos estratégicos da filosofia Lean é importante para facilitar a assimilação desta filosofia de maneira correta, evitando o desgaste do conceito Lean e, conseqüentemente, evitando que esta filosofia se transforme em mais um modismo fadado ao insucesso.

- Para ler o artigo completo faça o download:


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